top of page

Sobre mim

Saí do colégio aos 17 anos, direto para a faculdade de exatas, na universidade federal da cidade vizinha. Escolhi o Bacharelado em Ciências Exatas baseado nas minhas notas do ensino médio em um colégio público estadual (iludida que era boa com números), acreditando que cursar alguma engenharia me traria muito dinheiro.
Depois de me sentir péssima, desesperada e incapaz em TODAS as aulas de BCET, resolvi trancar a faculdade quando veio a greve dos professores em 2012, e aproveitei para me inscrever em outros cursos. A essa altura, já deveria fazer uma escolha baseada em minhas verdadeiras habilidades e gostos, mas (PASMEM!) ainda não tinha a menor ideia de como acessar essas informações em mim.
Escolhi Psicologia porque era o único curso que não era licenciatura ou exatas, que ficava próximo da minha cidade. E pretendia fazer vestibular novamente para a federal da capital, para o curso de Direito ou Publicidade (nem um pouco perdida, né?).
Até que a Psicologia me conquistou. O que era para ser um curso de "passagem" até chegar o próximo período de vestibular, se mostrou um universo muito maior do que eu imaginava. Estava longe de se resumir ao atendimento no divã, como minhas únicas referências tinham me mostrado até então.
Enfim, concluí essa etapa, e apesar de ter pensando em desistir em vários momentos da jornada, hoje sei que nada poderia ter sido diferente! Eu não queria Psicologia, mas ela me quis e me conquistou. Não foi um sonho de infância, mas tem sido meu sonho da vida adulta <3

E você, já teve o coração arrebato assim por algo?

SOBRE A TERAPIA

Os debates sobre saúde mental e autocuidado estão cada vez mais recorrentes atualmente. Mas, porque será que ainda existe certa resistência com o acompanhamento psicológico, sendo que este é um dos caminhos mais seguros e embasados para desenvolver esses objetivos?
Particularmente, eu acredito que isso seja resultado de um imaginário um pouco distorcido sobre a psicologia. A suposição de que a clínica está sempre em busca de um diagnóstico remete a uma ideia de que só quem precisa de terapia é quem tem transtornos mentais, e não é bem por aí.
Um espaço seguro, livre de julgamentos e com escuta especializada é ideal para quem quer se conhecer, se encontrar, se organizar, se desenvolver... Serve para todos e deve ser acessível para todos.
E hoje, com o formato online crescendo de forma responsável e ética através da tecnologia e criptografia, essa acessibilidade se torna realmente possível. Basta você se propor a conhecer e se beneficiar com a comodidade da terapia online.
Por isso, dê o primeiro passo nessa descoberta. Marque com mais de um profissional, experimente mais de uma abordagem, veja com quem e com o que você se identifica. E você pode se surpreender quando perceber que aquele perfil que “só acena com a cabeça”, ou “só pergunta como você se sente”, só existe mesmo no entretenimento.

bottom of page